sábado, 26 de dezembro de 2015

Casamento Estevão e Evelyn




A Estêvão e Evelyn

(Rubens Oficial)

Estevão Maciulevicius Cleto e Evelyn Maria Ferreira de Freitas se casaram no dia 25 de novembro, às 10h30, em Alumínio.

Uma nova história se inicia. Dois que andavam por caminhos diversos de repente se viram lado a lado, olhando na mesma direção. E o caminho se tornou mais lindo, as fraquezas já não se sentia mais, as incertezas já se dissipavam, e a vontade de avançar foi absoluta. Os semblantes agora são de regozijo, as falas são de sonhos. Não os sonhos da ilusão, mas o sonho merecido de quem ama. A solidão deu lugar ao companheirismo e a busca deu espaço à construção de um projeto de vida.

“Venerado seja, entre todos, o matrimônio”, está escrito Aos Hebreus. Entre todos os homens e mulheres do mundo, vocês se escolheram como companheiros de vida. Selaram um pacto de construir juntos um futuro jubiloso. Como dois num só corpo, agora os desejos, os planos e os empreendimentos serão compartilhados. Mesmo que ninguém os entenda, vocês se entenderão, porque não haverá mais segredos entre si, porque confiança e compreensão agora farão parte de seus projetos. Diálogos, diálogos, diálogos... mesmo que possa parecer exagero, é isso que vocês mais farão, porque tudo o que interessa a um passa a interessar ao outro, porque o sucesso de um é obrigatoriamente o sucesso do outro. Unidos, as alegrias serão somadas e as tristezas divididas. 

O evangelho compara o casamento à união de Cristo e a Igreja. Assim como Cristo amou a Igreja e deu a vida por ela, assim o marido deve amar a sua esposa, protegendo-a e defendendo-a. E a mulher deve honrar o seu marido, trazendo-lhe paz e ânimo. Não é hora de pensar na guerra, mas é oportuno levantar fortalezas fundadas no amor, na confiança e na fé.

Harmonia passa a ser uma palavra sagrada. Ninguém tem o direito de tocar no que o amor de um casal construiu com paciência, renúncia e compreensão. O edifício da família feliz é construído e reconstruído dia após dia com entusiasmo e perseverança.

O casal prudente não mede esforços para agradar, prestar cuidados e motivar um ao outro. Dizer “eu te amo” é a ratificação de uma realidade invencível diante da vida. Um beijo é a garantia de um sono de paz. Outro beijo ilumina momentos de ausência.

Não deixem que o ciúme, a discórdia e as intrigas interfiram em suas vidas. É preciso exercer a capacidade de pedir perdão, de perdoar, de não dar lugar ao rancor. Unidos é que vocês vencerão as dificuldades. É preciso ser grato por tudo o que um significa na vida do outro. 

Agora, duas famílias foram enlaçadas. A sabedoria não deixará que nenhuma delas seja desprezada. Um círculo maior de amor as alcançará, no respeito aos pais e no temor de Deus. Lembrem-se: A felicidade de um casamento duradouro só depende de vocês. Parabéns.

(Discurso no casamento de Estêvão e Evelyn, na chácara Lituânia, em Alumínio/SP)

quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

Isadora Berger Maciulevicius brinca no parque



Gravei este vídeo de minha netinha Isadora brincando no playground do Shopping Brisamar, em São Vicente, litoral de São Paulo.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

O escândalo das cinco bibliotecas

(Rubens Oficial)

1. No final da década de 1970, a Casa de Cultura Paulo Setúbal, que ocupava o prédio do atual Museu Histórico Paulo Setúbal, tinha sua porta de entrada de frente para a Rua 7 de Maio. Subindo a escada, a porta de frente dava acesso ao museu e à esquerda à secretaria. Ali trabalhavam Hélio Reali, Sansão e Crispim. Entrando pela secretaria, eu tinha acesso à biblioteca da casa, cujo acervo foi doado pela Secretaria de Estado da Cultura em substituição a uma anterior, que fora doada e retornara ao seu local de origem, em São Paulo. Nessa biblioteca havia uma coleção dos livros adultos de Monteiro Lobato. Foi assim que fotocopiei o artigo de Lobato sobre a morte de Paulo Setúbal do livro Miscelânia. Havia também uma coleção das obras completas de Jorge Amado até então, de capa violeta. Foi quando li o Quincas Berro D’Água. Um volume verde de luxo continha as obras completas de Euclides da Cunha em papel bíblia.

2. Quando a professora Leila Salum Menezes da Silva veio trabalhar na Casa, providenciou que trouxessem uma biblioteca antiga que estava encaixotada no porão do prédio. Vi os volumes umedecidos sendo verificados um a um pelos funcionários que ali trabalhavam. Nunca vi esse material à disposição para consulta pública.

3. Quando o escritor e jornalista tatuiano Raul de Polilo morreu (acho que ele morava em São Paulo), sua família doou sua biblioteca à nossa Casa de Cultura juntamente com alguns objetos pessoais, alguns referentes à aviação, porque ele era aviador. No acervo encontrei um livrinho biográfico de Paulo Setúbal, que também reproduzi e encadernei e tenho até o dia de hoje. Não cheguei a ler, mas conheci os livros de Raul de Polilo. Um se chamava Retrato Vertical do Brasil, vários exemplares, com impressões do jornalista aviador sobre a nossa terra.

4. Esse fato fez com que Maurício Loureiro Gama também doasse sua biblioteca à Casa, mas em vida. Mais uma sala foi desocupada para receber os livros e outros materiais, como troféus, medalhas, um busto. Esse material está exposto no Museu Paulo Setúbal. 

5. Meu amigo particular Walter Silveira da Mota, jornalista e filósofo, ficou admirado com a atitude de Maurício, seu amigo e deixou claro que também queria deixar sua biblioteca à Casa de Cultura, mas após sua morte. Ela chegou e seu irmão Oscar Augusto Silveira da Mota, com quem morava, fez a sua vontade e doou aquela que seria a quinta biblioteca do estabelecimento. Uma placa de madeira esculpida dizia: Biblioteca Jornalista Walter Silveira da Mota. Ali havia a coleção de todos os artigos que ele publicara em jornais e revistas. Era uma biblioteca rica em filosofia, especialmente naqueles que Walter acompanhava, como Krishnamurti e Huberto Rhoden. 

6. Hoje, o Museu Paulo Setúbal dispõe apenas de um gabinete de leitura. Ali está a coleção da revista Seleções, da biblioteca de Walter, desde a de número 1 até a morte do jornalista. Na minha opinião, com a municipalização do museu, durante a gestão do prefeito Luiz Gonzaga Vieira de Camargo, essas bibliotecas deveriam ter sido transferidas para repartições públicas do município, incluindo escolas. Mas onde estão?

Coral Judiciário de Tatuí

Florides, Ana, Sônia, Denise, Briguenti, Rubens Oficial, Paulinho Benavides e Donizeti

Nosso pequeno coral, acompanhado ao teclado por Vicente, cantou Quão Grande És Tu, Oração de São Francisco, Agnus Dei - Glória ao Nosso Deus, Anjos de Deus, Pelos Prados e Campinas, e Hoje É Um Novo Dia. Cantamos no Salão do Juri do Fórum de Tatuí no dia 11/12/2015, às 11 horas, na Cerimônia Ecumênica, idealizada pela juíza diretora Dra. Lígia Cristina Berardi Possas. Homenagem póstuma lembrou nossos colegas que nos deixaram neste ano: Cida da Secretaria e Amadei Oficial de Justiça. Trouxeram suas mensagens o pastor Junior da Igreja Presbiteriana Rocha Eterna e o padre Marcos da Igreja Católica. 

domingo, 6 de dezembro de 2015