sábado, 31 de março de 2012

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Não basta ser pai presente, tem que estar ligado.

sexta-feira, 30 de março de 2012

Membra, existe essa palavra?

Fiquei assustado ao ver a palavra Membra numa matéria importante do Youtube. Fui pesquisar, e não é que a palavra existe. É pouco usada, menos que presidenta, oficiala etc. 

Dep. João Lyra

Deputado João Lyra, eleito pelo Partido Trabalhista Brasileiro - PTB, aquele que diz que tem uma história de fazer inveja pela defesa do trabalhador, será julgado pelo STF pelo crime de trabalho escravo. Agora, João Lyra está no PSD, o partido do Kassab.

terça-feira, 27 de março de 2012

E assim a Biblioteca Municipal adquiriu as obras de Paulo Setúbal

Foi assim que a Biblioteca Municipal de Tatuí passou a contar com a obra (quase) completa de Paulo Setúbal. Aproveitando uma coluna do jornal Integração, onde se podia fazer perguntas que o prefeito Joaquim Amado Quevedo respondia, alertei para o fato de que nossa biblioteca não possía as obras de nosso maior escritor. E a sua obra completa estava sendo reeditada. E a Prefeitura acabou nem precisando comprar a coleção, pois o jornalista Maurício Loureiro Gama, vendo a matéria no jornal, decidiu fazer a doação. As obras do Dr. Alberto Seabra não estavam em catálogo. Uma única obra que eu tinha doei. Até hoje, acho que doei mais de mil títulos à biblioteca municipal de Tatuí. A bibliotecária Maria Helena me chama de 'doador oficial'. Acho que sou o maior doador não institucional da Biblioteca Municipal Brigadeiro Jordão de Tatuí.

domingo, 25 de março de 2012

Cabeleireiros podem ajudar clientes a identificar câncer de pele

Da BBC

Relacionamento único

Cabeleireiros podem e devem ser treinados para inspecionar clientes e identificar cânceres de pele, propõem especialistas norte-americanos.

"Não devemos esperar que pacientes com câncer de pele venham até nós quando já for tarde demais", escreveu uma equipe da Universidade do Sul da Califórnia, nos Estados Unidos, em artigo publicado na edição mais recente da revista científica Journal of the American Academy of Dermatology.

Segundo os autores - os médicos Neda Roosta, Michael K. Wong e David T. Woodley - cabeleireiros têm um "relacionamento único" com seus clientes.

Eles poderiam desempenhar um papel importante na detecção de cânceres de pele em estágio inicial e constituem um "recurso inexplorado" na luta contra a doença.

Prevenção possível

De acordo com dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca), só em 2012 deverão ser registrados 520 mil novos casos de câncer no Brasil.

Destes, calcula-se que 25% (130 mil) serão cânceres de pele.

Sabe-se, entretanto, que muitos casos permanecem ocultos, sem diagnóstico, por vários anos, o que diminui drasticamente as chances de sucesso em tratamentos.

O tipo mais perigoso de câncer de pele é o melanoma maligno. Só no Brasil, ele mata milhares de pessoas por ano.

A maioria dos casos poderia ser prevenida, já que o principal agente causador do câncer de pele é a radiação ultravioleta natural, proveniente do sol.

Pessoas com pele clara, sardas e pintas correm maiores riscos de desenvolver a doença.

Alterações em pintas na pele - coceira, sangramento, mudança na forma ou na cor da pinta - são os sinais mais óbvios do câncer de pele.

Tato e delicadeza

Nas mulheres, os cânceres de pele ocorrem com mais frequência nas pernas. Nos homens, tendem a surgir nas costas.

Um quinto dos casos (20%), no entanto, ocorre no couro cabeludo ou na nuca.

Segundo a equipe americana, é na identificação de cânceres nessas áreas, de difícil visibilidade, que a contribuição dos cabeleireiros seria valiosa.

A ideia é que o cabeleireiro indique ao seu cliente, com tato e delicadeza, a presença de nódulos, caroços ou feridas. Cabe ao cliente procurar o médico para um diagnóstico.

Pesquisas preliminares feitas na Grã-Bretanha indicam que os profissionais não se incomodariam em contribuir para a luta contra o câncer.

Cabeleireiros que participaram de um estudo feito pelo Hospital da cidade de Nottingham, na Inglaterra, responderam, em grande maioria, que gostariam de assumir a responsabilidade extra.

Cientistas tentam desvendar mistério da música grudenta

Baseado em texto de Rhitu Chatterjee - BBC

Especialista em psicologia da música resolveu estudar o fenômeno de músicas que grudam na cabeça depois de perceber que havia pouca literatura científica sobre o assunto.

Músicas que grudam

Os cientistas já demonstraram não apenas que ouvir música faz o cérebro inteiro se iluminar, como também que o nosso cérebro toca sua própria música.

Mas o que ninguém gosta mesmo é das chamadas músicas grudentas, aquelas com uma capacidade incrível de grudarem nas nossas cabeças, e ficarem ecoando sem parar em nosso pensamento, atrapalhando a concentração em qualquer outra atividade.

A pesquisadora Vicky Williamson, especializada em psicologia da música, resolveu estudar o fenômeno de músicas que grudam na cabeça depois de perceber que havia pouca literatura científica sobre o assunto.

Ela descobriu que há diversos termos diferentes, em inglês, usados pelos cientistas para descrever o fenômeno:stuck-song syndrome (ou síndrome da canção empacada), sticky music(canção pegajosa), cognitive itch(coceira cognitiva) ou earworm (verme de ouvido).

Fenômeno individual

Williamson participou de um programa de rádio da BBC perguntando aos ouvintes quais "músicas pegajosas" os estavam afligindo recentemente.

Com base nesses dados, ela chegou a alguns resultados interessantes.

"Quando analisei mais de mil canções pegajosas, percebi que apenas meia dúzia havia sido citada mais de uma vez - o que mostra quão heterogênea foi a resposta das pessoas. É um fenômeno muito individual", diz Williamson.

Hoje a pesquisadora já possui mais de 2,5 mil relatos. Ela diz que algumas músicas são mais pegajosas simplesmente por estarem em evidência em filmes e seriados de televisão.

É o caso da canção Don't Stop Believing, do conjunto Foreigner, que no começo da sua pesquisa era uma das mais citadas. Na época, a música havia voltado às paradas graças ao seu uso no musical americano Glee.

Cérebro vazio

A psicóloga passou então a tentar entender quais mecanismos desencadeiam o fenômeno.

O primeiro dos fatores é bem óbvio: a exposição, ou seja, a música precisa ter sido ouvida recentemente.

Outro é a repetição: quanto mais frequente a música toca, maior é a chance de ela grudar na cabeça de quem ouve.

No entanto, muitas músicas podem ser "despertadas" por memórias ou ambientes ao nosso redor.

Andréane McNally-Gagnon, da Universidade de Montreal, no Canadá, levanta outros fatores.

Segundo seu estudo, o fenômeno da música grudenta ocorre quando os indivíduos estão geralmente em um estado emocional positivo e se mantendo ocupados com atividades não-intelectuais, tais como durante uma caminhada, que exige pouca concentração.

Memória musical

Há algumas teorias que tentam explicar por que uma música gruda na cabeça das pessoas.

Williamson diz que isso pode ser parte de um fenômeno mais amplo, conhecido como memória involuntária. Outra manifestação de memória involuntária é quando alguém fica com vontade de comer algo por se lembrar de uma comida.

Há uma série de motivos que fazem com que isso aconteça também na música. Primeiro pela música ser um estímulo multi-sensorial, que é sensível a vários fatores externos.

"Segundo, porque a música é codificada de forma muito pessoal e emocional, e sabemos que tudo que é codificado com conotações pessoais e emocionais é mais fácil de ser lembrado pela memória", afirma Williamson.
Texto publicado no Diário da Saúde

Remédio novo nem sempre significa remédio melhor

Mariam Ujeyl

Novo e pior

Do Diário da Saúde - Os casos em que um medicamento novo, recém-aprovado, é mais eficaz do que as alternativas mais baratas já disponíveis nas farmácias são as exceções, e não a regra.

Esta é a conclusão de um estudo realizado pela equipe da Dra. Mariam Ujeyl, e publicado na edição atual da Deutsches Ärzteblatt International.

A pesquisa, cobrindo 39 medicamentos lançados no mercado alemão em 2009 e 2010, mostra que frequentemente há dados insuficientes disponíveis sobre a eficácia do novo remédio quando a aprovação foi concedida.

Sem base de comparação

Os requisitos legais do processo de licenciamento não exigem o fornecimento de dados comparando diretamente um novo medicamento com um medicamento similar já disponível no mercado.

As avaliações dos pesquisadores mostram também que, em cerca de metade das aprovações, os únicos ensaios apresentados são aqueles que comparam a nova droga com um placebo, e não com um medicamento eficaz que funcione como referência.

Isto, segundo eles, pode dar margem a interpretações com relação aos preços quando os novos medicamentos são comercializados.

Os autores nem mesmo descartam a possibilidade de que esses medicamentos recém-lançados, e sempre mais caros, possam de fato ser inferiores, em termos de eficácia, em relação às alternativas já existentes no mercado.

domingo, 18 de março de 2012

Preconceitos viram rapidamente desvantagem para os preconceituosos

Redação do Diário da Saúde

Desvantagens do preconceito
Pesquisadores suíços queriam saber se os preconceitos poderiam ser racionais sob determinadas condições.

Usando teoria dos jogos, eles criaram vários cenários e os jogaram 15 milhões de vezes.

E, finalmente, chegaram a uma conclusão.

As pessoas preconceituosas ficam rapidamente em desvantagem, já que elas não aprendem nada de novo e perdem muitas oportunidades.

Consumo de carne vermelha eleva risco de morte em até 20%Redação do Diário da Saúde

O churrasco apresenta riscos adicionais devidos aos elementos mutagênicos criados durante o preparo.

Questão de vida ou morte

Um estudo em larga escala realizado na Universidade de Harvard comprovou que o consumo contínuo de carne vermelha está associado com maior risco de morte.

O risco de morrer mais cedo foi verificado em termos gerais e, mais especificamente, detectou-se uma elevação no risco de morrer de câncer e de doenças cardiovasculares.

A boa notícia é que a substituição da carne vermelha por outras fontes de proteínas, incluindo peixe, frango, castanhas e legumes, está associada com um menor risco de mortalidade.

Aumentam evidências de que a meditação fortalece o cérebro

A Universidade da Califórnia, em Los Angeles, possui um projeto continuado e aprofundado de pesquisas sobre a meditação.

Os resultados mais recentes haviam demonstrado que a meditação de certa forma "engrossa" o cérebro - de uma forma positiva - reforçando as conexões elétricas no cérebro inteiro.

Mas parece que não é apenas isso.

Segundo a Dra. Eileen Luders, especialista em neuroimagens, pessoas que praticam a meditação continuadamente têm grandes quantidades de girificação, as "dobraduras" do córtex, otimizando o funcionamento do cérebro.

quarta-feira, 14 de março de 2012

Quer limitar sua agressividade? Pratique o autocontrole

Do Diário da Saúde

Sentir irritação e raiva de outras pessoas é algo que faz parte da vida diária, mas a grande maioria das pessoas, felizmente, não age seguindo esses impulsos.

O que nos mantém na linha e evita que saiamos por aí agredindo as pessoas? O autocontrole.

Os criminalistas e sociólogos avaliam que a maioria dos crimes é cometida quando surge uma oportunidade e o autocontrole falha.

O que os pesquisadores agora demonstraram é que é possível tanto reforçar quanto enfraquecer seu autocontrole, dependendo de seus hábitos e de treinamento.

O psicólogo australiano Thomas Denson coordenou uma equipe internacional que realizou um levantamento sistemático das pesquisas psicológicas realizadas sobre impulsividade, agressividade e autocontrole e concluíram que os estudos deixam claro que é possível treinar o autocontrole.

De um lado, é possível minar o autocontrole de uma pessoa impondo-lhe proibições tão simples quanto dizer que não lhe é permitido pegar um dos biscoitos que estão à sua frente.

Outro estudo mostrou que a capacidade humana de autocontrole é limitada e desgasta-se rapidamente.

Por outro lado, experimentos mostraram que é possível praticar o autocontrole da mesma forma que se pratica piano.

Isto ficou muito patente em um experimento inovador que colocou pessoas durante duas semanas fazendo tarefas com suas mãos não-dominantes - ou seja, canhotos tinham que usar só a mão direita, e destros tinham que usar só a mão esquerda.

Foi um festival de derramar café na roupa, não conseguir girar a maçaneta das portas e se embananar totalmente com o mouse.

Isso exigiu que os voluntários desenvolvessem e praticassem o autocontrole.

Depois de duas semanas, todos melhoraram muito nos testes de controle da agressividade, em relação a eles mesmos antes do treinamento - por exemplo, eles foram muito menos propensos a responder a insultos.

"Para mim, a descoberta mais interessante que resultou deste estudo é que se você der às pessoas agressivas a oportunidade para melhorar seu autocontrole, elas se tornarão menos agressivas," disse o Dr. Denson.

Segundo ele, não é que as pessoas agressivas não queiram se controlar; é que elas não são boas em fazer isso.

Felizmente, os estudos mostram que é possível ensiná-las essa habilidade.

Para os pais preocupados com a agressividade de seus filhos, por outro lado, é necessário ter um pouco de cautela:

segunda-feira, 5 de março de 2012

grafite 2

Foto: Rubens Oficial

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Rubens Oficial

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Rubens Oficial

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Rubens Oficial

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Rubens Oficial

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Rubens Oficial

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Rubens Oficial

haicai

Quente cascata.
Movimentos circulares ensaboando.
O autocarinho do banho
Rubens Oficial

haicai

tapete enrugado
pés que partiram apressados
sem adeus
Rubens Oficial

3

Rubens Oficial